COISAS FÁCEIS

Tem gente que vive me perguntando como é o meu jeito de amar…

Ainda, vivendo os meus 26 anos, não compreendi o porquê dos meus círculos de amigos me questionarem isso. Custo a acreditar, mas não consigo pensar em outra alternativa: devem achar que estou encalhada.

Opinião compartilhada pelas tias que insistem que você já está na idade de ter filhos, que dirá casar! Apesar de aconselharem aos 20, para que tivesse e se preocupasse mais em estudar e ter uma carreira.

Não entendo esse povo! Se, um ser humano reger a vida pela sugestões “benéficas” da família, irá parar na cidade perdida de Atlantida.

Na verdade essas perguntas me causam estranheza, já que nossa língua é ambigüa, e essa pergunta pode ser interpretada por muitos sentidos.
Dá para confiar em um idioma que tem trema? Mas voltando ao assunto, acredito que quem fez essa pergunta hoje para mim, quis se referir ao meu tipo de homem.
Aquele que faz nós mulheres se apaixonar, ou melhor, na língua local feminina, gamada ou ficar de quatro, ops!!
Então, tentarei explicar. E, quando digo tentar, não estou brincando.
Nunca encontrei nada escrito que pudesse diagnosticar de que espécie de mulher eu sou para saber que tipo de homem eu quero. Isso mesmo, eu escrevi espécie.

Cada uma de nós tem um tipo, aquele “quê” a mais, o famoso tcham que nós faz diferente de todas.

Pertencemos a uma ou mais categorias.
Claro que não somos nenhum tipo de produto.
Mas que há “círculos” e círculos” isso é inegável.
E, se somos tão diferentes, o que importa para uma de nós é estamente dicotomico do que seja para outra.
Na realidade temos é que admitir: somos umas chatas.
Gostamos de tudo e de nada ao mesmo tempo. É a natureza.
Mediante a isto, como escolher entre tantas opçõe?
Sorrisos, braços, jeitos, charmes, vozes, etc.
Enfim, pessoas, ou seria melhor um homem?

É difícil definir o que faz, digamos, eu tremer por um homem,

Aquele que faz surgir um comichão na barriga e um friozinho.
Mas, querendo de verdade responder ao meu amiguinho
que ficou umas duas horas
me perguntando isso,
E nem desconfio que estava me enchendo o saco
com esse papo de mulherzinha “o que será de nossas vidas aos 30” – crise de identidade com apenas 22 anos, fora de época me irritam profundamente, pois se eu que irei fazer 27 já ficar assim tomarei formicida aos trinta…
Preciso fazer uma confissão um pouco constrangedora
Não consigo juntar as palavras para explicar o meu tipo de homem
E não desconfio como ele seja
Afinal se não sei que tipo de mulher eu sou
como vou saber que tipo de homem eu quero para me apaixonar
A única coisa que me passa pela cabeça é a música Coisa Fáceis do Jair de oliveira.
Deu uma dica?
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Sobre Conversa no Banheiro

Uma jornalista fora do perfil. Repórter por essência.
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